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UMA SALVA TODAS, TODAS SALVAM MAIS UMA

É  com muita tristeza,  que lhes conto que recebi estórias de violência doméstica de todo país, mas não do nosso estado RS.
Parece que nossas mulheres, são tão machistas quanto nossos  homens.
Ninguém é  obrigado a nada. Porém se você mulher, que viveu este tipo de violência,  além de libertar- se , sem expor sua identidade,pense que irá ajudar outras mulheres que vivem ainda na mesma situação.
UMA SALVA TODAS,  TODAS SALVAM  MAIS UMA!
Vamos lançar esta campanha pra ajudar,pois na verdade ,não sabemos quantas de nossas filhas, sobrinhas, netas ,enteadas, estão sofrendo abusos sexuais,ou poderão ser vítimas de outras violências.
Este espaço é  para toda mulher que desejar compartilhar sua vida e sua superação,  a prioridade era para nosso estado...
Pois aqui ainda não temos esta atividade.
Lançada a CAMPANHA!
Postagens recentes

Dormindo com Inimigo

Comentários  no fim da matéria 
Dormindo com o inimigo: precisamos falar sobre estupro marital!
Viviane Santiago . 18/04/2017Estupro marital é quando a violência sexual ocorre dentro do casamento. Parece loucura, né? Mas não é. Segundo dados da ONU, a cada 11 minutos uma mulher é agredida sexualmente no Brasil. Destas, 41% são agredidas pelos próprios companheiros. Então, está na hora de falarmos sobre isso!Em 2009, o estupro marital é reconhecido pela Lei 10.015, do novo código penal. O que já não era sem tempo, pois no Brasil existe um antiquado pensamento sobre sexo no casamento ser obrigação. Isso vem bem lá de trás e perpétua até os dias atuais, sendo resíduos de épocas em que a mulher era criada para gerar, criar filhos e servir a seu amo, ops, marido.“Pra você entender quem manda aqui” – foi o que Rafael disse à Rosália antes de violentá-la. Ela diz que o marido que insistia pela prática do sexo anal, optou pela força. Ela denunciou, escutou da delegada que era briga de casal, qu…

A cirurgiã que resgata o prazer sexual de mulheres mutiladas A cirurgiã americana Marci Bowers tenta...

A cirurgiã americana Marci Bowers tenta convencer seus colegas de que é possível restaurar o clitóris e devolver sensações a mulheres que foram mutiladasLETÍCIA GONZÁLEZ04/09/2017 - 08h00 - Atualizado 04/09/2017 10h57PROMESSA  Marci Bowers em sua clÍnica na Califórnia. Ela reclama que muitos médicos acham impossível restituir o prazer sexual a mulheres mutiladas (Foto: Frederic Neema)Nos dias comuns de sua clínica em Burlingame, Califórnia, a ginecologista Marci Bowers atende grávidas, mulheres em rotina de exames e pacientes transgêneros. Nos dias especiais, faz partos e cirurgias de transição de sexo – é famosa na área. Nos dias especialíssimos, ela repara o clitóris de mulheres mutiladas. Bowers foi a primeira a fazer esse tipo de cirurgia em solo americano, em 2009. Desde então, oferece o serviço de forma voluntária a quem possa se deslocar até a Baía de São Francisco e arcar com os US$ 700 de uso das instalações. Em maio, levou sua técnica ao Quênia, após dois anos de preparação.…

Mulheres de Porto Alegre-Rs

Mulheres Empreendedoras de Porto Alegre e Região.
Estamos fazendo uma pesquisa sobre EMPODERAMENTO FEMININO
Envie e-mail com sua função e telefone para :amorpropriofeminino@gmail.com

Pluralidade do gênero Feminino

Quem está assistindo A Força  do Querer, no horário  nobre, está acompanhando o tabu vivido  por Ivana.
Existem muitas reflexões em torno deste assunto.
Pergunto a vocês...Quantas mulheres que se entendiam por Lésbicas  ou Trans, foram vítimas  de violência  sexual, por seus pais, irmãos,  tios, avôs, e primos e homens próximos a família?
Inúmeros, tantos que não podem nem ser contados.Porque o homem persiste em afirmar que uma mulher precisa de homem, e por ele se achar imagem e semelhança de Deus, pensa que se uma mulher experimentar o sexo hetero, irá  se tornar mulher de verdade.A ciência está aí e comprova muitas coisas,  principalmente na questão de gêneros  sexuais.Absurdamente triste ter que ouvir um relato de alguém que é  lésbica,  dizer que foi violentada por um familiar do sexo masculino, para que se tornasse mulher.
Isto é  um assunto que abordamos dentro da violência doméstica,  e que muitas mães  sofreram coisas horrendas, para proteger seus e filhos e principalmente as…

Relatos

Estamos abertos para recebimento de relatos que envolvem Violência Doméstica,  seja FÍSICO,  MORAL OU SEXUAL.Nãovamos desistir a inventorprincipalmente as mulheres, a externar estes sentimento que é, na maioria das vezes um misto de culpa e medo.É  válido lembrar, que muitas mulheres que estão neste tipo de situação,  buscam este tipo de estórias,  pra procurar uma forma de libertarem desta violência,  e escrever sua própria estória.
Jovens tem facilidade  em falar, a abrir para outras pessoas, ainda que não virem seus algozes.
Quanto mais tempo passa, mais idade a mulher adquire, piora sua expectativa de vida, sua vontade de mudar o jogo.
Ela muitas vezes se condiciona, a viver isto, por achar que está velha pra recomeçar,  que não será  mais atraente fisicamente para um novo relacionamento.
As cicatrizes da alma são muito mais marcantes do que as físicas.
É  isto que precisamos mudar.
É  isto que devemos fazer.

Pensão para Grávidas

LEI 11.804/2008, SABEM O QUE É ISSO? VAMOS DESCOBRIR..."Pensão para grávidas OU ALIMENTOS GRAVÍDICOS: um direito pouco conhecido.Por desconhecimento da existência da lei, grávidas brasileiras deixam de receber alimentos gravídicos no período da gestação
Alimentos gravídicos. Este é o nome da pensão a que as gestantes brasileiras têm direito de receber do pai da criança no decorrer da gestação, da concepção ao parto, referentes a alimentação especial, assistência médica e psicológica, exames complementares, internações, parto, medicamentos, entre outros, de acordo com a Lei 11.804/2008 que dispõe sobre Alimentos Gravídicos.
Para o advogado Rolf Madaleno, diretor nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), o instituto dos alimentos gravídicos ainda é um direito pouco exercido “talvez por ignorância das pessoas ou por orgulho da gestante que, abandonada pelo suposto pai, por orgulho próprio prefere manter distância do indigitado pai”, disse.
Por estas razões, é …

Desabafo de uma Professora...

RELATO: DESABAFO DE UMA PROFESSORA, MULHER, MÃE, MILITANTE NO MOVIMENTO CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. *NOMES REAIS*

"Meu nome é Tatiana e eu sou militante pelo fim da violência doméstica na periferia desde os 20 anos. Sou professora a três anos. Desde então, tenho visto muita coisa. E quero dividir com todos a DOR de ver uma história que já não deveria ser comum. Mas é! Parece que para as outras pessoas, é.
A dois anos assim que entrei para dar aulas em uma escola estadual na periferia de um bairro próximo da minha casa, uma aluna criou um vínculo de confiança comigo que alimentava a desconfiança até em outros professores.
Nas sextas-feiras, dia em que nenhum aluno vai para escola no período noturno, ela lá estava. Ficara sozinha na escola. Conversava comigo e sempre que questionava os motivos de ela não estar em casa como os outros, ela dizia que qualquer lugar era melhor que sua casa. Eu sabia que ela ainda não estava pronta para contar o que havia de errado. A coordenadora da…

REFÉM DO MEDO

REFÉM  DO MEDO...
REFÉM  DO AMOR AOS FILHOS...
EXISTEM SIM LOBOS EM PELES DE OVELHAS...
ISSO PODE ESTAR ACONTECENDO BEM AÍ  DO SEU LADO😔😭
"Bem, vou tentar resumir...
Tive uma infância divertida na parte de brincar bastante na rua com amigos (naquela época era diferente, ainda haviam brincadeiras inocentes), mas meu pai é foi um homem muito duro, ele amordaçava minha irmã e eu e nos espancava com fio de ferro com o qual cortava demais nossos corpos e falava que se tentassemos gritar que ele jogaria sal e vinagre nos cortes (e realmente uma vez ele o fez). Apanhavamos pelo simples fato de termos nascido meninas dizia ele, pq ele queria menino. Eu fui espancada até meus 12 anos e minha irmã 15; as surras só pararam quando minha irmã já adolescente ameaçou ir até a delegacia. Meu irmão, menino como meu pai sempre quis nasceu quando eu tinha 4 anos e quando eu tinha 8 anos meu pai tentou me matar só pq eu briguei de boca com meu irmão, o menino que ele tanto defendia. Meu pai me tir…

#LiliamAltuntas-SUPERAÇÃO

A estoria de hoje no Programa Mais Você, com Ana Maria Braga, mostra o quanto podemos superar dificuldades.
Pesquisei pra vcs.Dona de buffet na Itália, Liliam Altuntas superou infância nas ruas e prostituição forçada na AlemanhaIdeia para criação do restaurante surgiu em um ponto de ônibus, durante conversa com uma prostitutaPOR NATÁLIA BOERE12/04/17 - 04h30 | Atualizado: 12/04/17 - 07h45Liliam Altuntas está no Rio para dar palestra para jovens carentes: “Falo como uma sobrevivente” ANDRÉ CASTRO / DIVULGAÇÃO DA UNISUAMRIO — Do forno do Liliam Buffet, em Turim, na Itália, saem, por dia, 30 bolos e mil cupcakes. Quem vê a carioca Liliam Altuntas, de 37 anos, sorridente preparando e vendendo seus quitutes, não imagina, no entanto, que sua vida foi muito amarga até se tornar doce. Ex-moradora de rua e vítima de abuso sexual, ela vai contar como a gastronomia mudou a sua história a alunos da Gastromotiva, ONG que dá aulas de culinária gratuitas a jovens carentes, durante um evento nesta qu…

ELA TEVE CORPO QUEIMADO...

Ela teve o corpo incendiado pelo ex-namorado e conta sua históriaDepois de ter 47% do corpo queimado pelo homem que amava, Bárbara Hoelscher busca alertar outras mulheres: "Não acredite quando ele diz que vai mudar".Por Júlia Warkenaccess_time1 jun 2017, 18h03 - Publicado em 31 maio 2017, 19h30
(Bárbara Hoelscher/Acervo pessoal)Assim como tantas outras mulheres, Bárbara Hoelscher, de 25 anos, já havia sido agredida mais de uma vez pelo namorado. Mesmo assim, jamais poderia imaginar o terrível pesadelo que iria viver no dia 10 de novembro de 2016. Ela e o então companheiro, Igor Rafael Schönberger, moravam juntos há alguns meses, em Lindolfo Collor, uma pequena cidade do Rio Grande do Sul. Em meio a uma discussão boba, Bárbara e Igor iniciaram uma briga feia e, de repente, Igor começou a jogar produtos químicos na namorada. “Ele começou a me agredir e, primeiramente, tocou inseticida. Aí mandou eu ficar quieta e jogou Alvex [água sanitária], depois pegou o álcool”, relembra …